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O que você acha disso? Se fosse muçulmana, ela teria mais chance de convertê-lo do que ele a ela. Perceba que ela encantou-se com bons modos, não com uma Conversa espiritual acontecendo entre ele e os pais, e quis conhecer o Intermediário da Ligação principal. Muito provavelmente, ele pede "bênção" a pessoas que ainda se encontram no lugar amaldiçoado, precisando se arrepender e deixá-lo. A conversão "religiosa" é apenas algo para evitar que o indivíduo seja impulsionado para mais fundo nesse território, para regiões mais perigosas; ela não transporta realmente do caminho que conduz à perdição para o Caminho.
Quem quer estar num "relacionamento" com uma "mulher" decidida em se profissionalizar no jogo tolo, que viu a porta da poligamia ser aberta diante dela e achou aquilo uma grande "oportunidade" de mergulhar nas trevas e conhecê-la melhor? Nem o homem natural, que não teve a "coragem" de fazer o mesmo, consegue acreditar nesse tipo de "união". E ele naturalmente irá tentar evitar que a "mulher para casar" resolva acelerar um dia nessa estrada e experimentar tal "adrenalina". O problema é que a "religiosidade" apenas produz a aparência, não faz deixar o sistema, entrar na Piedade de fato e frutificar.
O primeiro clube "social" a acreditar que a Obra que combate a do maligno seria feita com muito dinheiro e construir um templo em cada quilômetro quadrado do ex-planeta de Deus tem uma "mensagem" que agrada aos distraídos, uma vez que comunicam que construir uma "família" também seria uma "missão". E uma família mundana também é edificada com dinheiro. Portanto, essa "doutrina" que não condiz com a do apóstolo que escreveu Hebreus, que não ordena que o preguiçoso se arrependa da falta de Amor pela Sabedoria, vem a calhar para quem "precisa" se concentrar com seu parceiro(a) no ego e no dinheiro.
Pergunte ao Thomas sobre condiscípulos.
Ele prestou muita atenção nessa matéria na Escola.