quarta-feira, 19 de março de 2025

Horizon Chase Cindy Turbo



Teve um reclamando de um colega da mesma "escola", o qual estaria convidando mantenedores de sua "obra" para se reunirem em outro lote. Segundo ele, o proselitista de prosélitos já feitos deveria ir a um boteco, ganhar almas que ainda não conhecem a mensagem da lei dos dízimos e das ofertas, e não ser um pescador de aquário. O mais interessante no discurso é esse termo que aparece, 'aquário', porque define com precisão o que a "religião" é: uma pescaria no mar de azul raso para criar num cativeiro ainda menor. E aí, com muito dinheiro fácil, eles constroem algo grandioso por fora, que por dentro permanece minúsculo.

Me diz aí você que está nesse aquário, se você não tem "medo" de ser um peixinho rebelde e explorador, de pular para Fora dele para tentar descobrir se realmente não há Água além daqueles limites? Eles não colocaram na sua cabeça a crença de que aquelas paredes estão mantendo-o "seguro" do mundo? De onde viria "tudo" isso? Não viria de alguma lógica que não é aquela que conduz ao temor e conhecimento de Deus? Eu já estive no aquário por fora, analisando essa frequência baixa, esse convite para trocar a Árvore, o Dentro, por uma "vida" baseada em "medo" no mesmo lugar em que os ímpios estão.

Leia lá em Apocalipse sobre onde estarão os covardes na Eternidade (a palavra utilizada é 'tímidos'). Se você é escolhido, submeter-se às muitas regras da "religião" é difícil, porque a hipocrisia, apenas interpretar um personagem de justo no território das trevas, nunca será suficiente para você. Como o "religioso" consegue deixar de fazer "tudo" que os ímpios fazem, se não faz o que o justo faz? Anestesiando-se com dinheiro, para compensar o vazio de Sabedoria? Será mesmo que pessoas que se rendem ao luxo por fora, isto é, acreditam na "diferença" que objetos fazem sem a busca pelo Objeto, não permanecem tomadas por luxúria por dentro?

Como saber se o indivíduo enxerga objetos como fins em si mesmos? Pergunte a ele: Fiat Uno ou Ferrari? Se ele estiver olhando através da janela da alma que é guiada pelo Espírito, sua resposta nunca carregará a "simplicidade" e previsibilidade dos tolos. O verdadeiro cristão não escolhe como os vazios e sem ambição, baseado em mera aparência, para ter "algo" para mostrar aos outros ferrados e sem Destino, e alimentar-se da fraqueza desses pobres incrédulos; ele quer saber sobre o Motor. Mas se há a suspeita, você nem precisa perguntar, a não ser que queira confirmar o que Ele está mostrando-lhe, porque os muitos "risos" fáceis na boca do sujeito já o denunciam.